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NOVO QUADRO – GERAÇÕES

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Daniel Barbosa

Gerações – Técnica mista sobre tela – 80 x 80 cm – 2009 – R$ 420,00

LUCCA´S ROCK

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ESSE MEU SOBRINHO É PURO ROCK N´ROLL eheheheehe.

MEU SOBRINHO DOIDINHO FAZENDO ESTRIPULIAS :-)

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Depois de ver várias vezes aquele videos dos bebezinhos que andam de patins,  plantam banareira e fazem mil piruetas do you tube, saca? Meu sobrinho foi inventar de fazer as mesmas maluquices, quase quebra a cara no chão, mas graças a Deus que não teve nada com ele, na mesma hora já estava dando risadas. Eu amo esse guri!!!

BEYONCÉ CANTANDO ETTA JAMES

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House of Blues

Beyoncé (sim, ela mesmo !!!) cantando uma música de Etta James na trilha sonora do filme Cadillac Records. Clica ai embaixo para ouvir I’d Rather Go Blind:

TRADUÇÃO

lgo me disse
Que tinha acabado
Quando te vi
Conversando com ela
Algo no
fundo
Da minha alma disse
“Chore garota”
Quando te vi
Sair
Com aquela garota

Eu preferiria
Eu preferiria
Ficar cega
Garoto
A vê-lo
me deixar

Ooooo
Então, veja
Eu te amo
Tanto
Que eu não quero
Vê-lo
me deixar
Mais do que tudo
Eu simplesmente
Não quero
Ser livre, não

Eu estava apenas
Eu estava apenas
Eu estava apenas
Sentada aqui
pensando
Nos seus beijos

E nos seus
abraços
Yeah
Quando
O reflexo
no copo
Que eu segurava
Próximo aos meus lábios,
Amor,
Revelou
As lágrimas
Que eu
Tinha no rosto

Yeah
E amor, amor
Eu preferiria
Ficar cega
Garoto
A vê-lo
A ir embora
A vê-lo me deixar
Yeah
Amor, amor, amor
Eu preferiria
Ficar cega agora

A CASA DO GIRASSOL VERMELHO

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Figuras_cpgirassol

Tenho lido Murilo Rubião.

Fiz uma limpeza no quarto e no escritório: paredes brancas, tudo muito espartano.

Espártacus.

Depois dizem que não lêem porque livros são caros, comprei esse livro de Murilo Rubião por 1,99.

Sem mentira nenhuma.

Que eu comprei.

O livro tem mentiras, várias, bonitas mentiras.

A primeira vez que li Rubião foi em 1994, e eu era bem solitário.

Morava em Salvador, sentava sozinho nas escadas do prédio  e desenhava as sombras das paredes.

Sem mentira nenhuma.

Sombras são reais.

Rubião me despertou um mundo mágico,  signos estranhos, citações do antigo testamento.

Eu imaginava Rubião quase como Moisés ou Nabucodonosor.

Qual foi o meu espanto ao ver que ele tem um website?

http://www.murilorubiao.com.br/

E não é um site Torre de Babel, é bem feito o troço.

Bem feito.

Paredes brancas, limpei o quarto,

Paredes brancas me trás lembranças de quando elas eram cheias de cores.

Por isso que limpei o quarto, não gosto das lembranças brancas, vou encher elas de cores de novo.

Deixa o tempo passar.

Eu sou velho mas gosto de viajar…

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velho

Eu sou velho mas gosto de viajar…, photoshop, Daniel Barbosa, Alagoinhas, 2009.

Sinuca de bico

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fantasmas

SINUCA DE BICO, photoshop, Daniel Barbosa, Alagoinhas, 2009.

Histórias de um cronópio

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Histórias de um cronópio

Fevereiro 4, 2009 por baixacul

"Não duvide de um cronopiano, não é saudável!"Pipol: “Não duvide de um cronopiano, não é saudável!”

Cronópios são seres “tão estranhos que eu não conseguia vê-los claramente, uma espécie de micróbio flutuando no ar, uns glóbulos verdes que pouco a pouco iam tomando características humanas”, como descreve seu criador, o escritor argentino Julio Cortázar. Em Histórias de Cronópios e Famas um provável leitor encontra mais que esta pista inicial – cronópios são criaturinhas ingênuas que se alimentam de poesia, o oposto das famas, essas prisioneiras da realidade. “Todos queremos tanto ser cronópios e repudiar aos famas. Com os cronópios, Cortázar nos proporcionou uma vida menos pesada, melhor, quase suportável”, propõe Cassiano Viana neste belo texto. Mesmo depois disto, cronópios continuam sendo mais. Cronópios, provavelmente o maior portal de literatura da web brasileira, no ar há 05 anos sob edição de Edson Cruz e Pipol.

23-1Pipol e Edson Cruz

Se não o maior, no mínimo o mais completo. No sentido de dar à literatura tratamento de web, inseri-la completamente no contexto da cultura digital. Numa palavra: multimídia. Além de um monstruoso volume de artigos, ensaios e literatura inédita, o site hospeda projetos pioneiros e nada convencionais. Como a revista Mnemozine, que já apresentou dossiês robustos sobre poetas do porte de Pedro Xisto [um verdadeiro resgate do autor], Augusto de Campos, Paulo Leminski e Alice Ruiz. Ou a coleção de pocket e-books, que em seu breve catálogo contém nomes como o do cineasta Sylvio Back e do lendário Wilson Bueno. Ou o Cronopinhos, a bela iniciativa de literatura infantil que além de textos inclui arquivos de áudio e livros visuais. Ou ainda a TV Cronópios, talvez a maior contribuição do portal para a memória literária brasileira, que já registrou entrevistas com Roberto Piva, Glauco Mattoso, José Saramago, entre muitos e muitos outros.

Com toda essa disposição para explorar as possibilidades da internet, o editor e responsável pela programação visual de todos esses projetos [que, se tu clicou nos links acima, reparou que é no mínimo luxuosa] respondeu de bom grado a algumas questões propostas por email por este insipiente repórter. As perguntas giram em torno das inovações que o portal inseriu na maneira de ler [e quem sabe fazer] literatura na web. As respostas, como o leitor verá, apontam para muitas outras novidades. Com a palavra, Pipol:

Qual a periodicidade/receptividade dos ebooks? Existe uma linha editorial pros títulos?

Os livros digitais no formato proposto pelo Cronópios, apesar da boa receptividade, são um projeto a ser revisto. O processo de editoração e montagem dos livros é bastante trabalhoso, o que dificulta os lançamentos com maior frequência. Quando lançamos o projeto, tivemos a adesão rápida e entusiasmada de vários autores. Recebemos vários originais para seleção e escolhemos alguns pelo critério: criatividade + textos curtos + . Eu digo que precisamos rever o projeto porque é possível agilizar tudo com um pouco mais de tecnologia e uma nova abordagem. Talvez terceirizando a editoração dos livros (design, revisão, etc). Estamos estudando isso. O projeto é bom, merece continuar.

Uma coisa que de cara chama a atenção no projeto é que ele é adequados pro formato virtual (livros de tamanho pequeno e de curta metragem, visualmente atraentes e nada cansativos). Às vezes tenho a impressão de que o download de livros não tem a mesma força que o de músicas ou filmes justamente porque são poucas as iniciativas preocupadas com a adequação do formato. O que você pensa em relação a isso? Que outras experiências apontaria como interessantes?

Concordo com você. Realmente os livros para download nada mais são do que um PDF ou outro formato similar. Nada atraente mesmo. Mas é que não existe ainda um aparelho bacana como um iPod, próprio para leitura. Os e-books tipo Kindle e o Sony Reader ainda são chatos e em preto e branco (imagina só!). Quando surgir “o” aparelhinho certo tudo mudará. Notícias recentes dão conta de que nos EUA já está pegando o hábito de se ler em aparelhos eletrônico de leitura (o Kindle da Amazon já pode ser considerado um sucesso). O comportamento humano é muito maleável, como tudo pode mudar de uma hora para outra. É incrível, até a semana passada parecia que o livro digital nunca iria passar de uma experiência…

Como é a questão dos direitos autorais dos ebooks?

Nós estamos empolgados com o Creative Commons, gostamos da idéia e apoiamos tudo que facilite a vida criativa.

O mesmo sobre a TV: qual a periodicidade dos programas? Como funciona a estrutura técnica de vocês?

A TV Cronópios é o meu projeto preferido entre todos do Cronópios. Poucos se dão conta, ou pelo menos ninguém ainda falou sobre isso comigo, é o caráter de “manifesto audiovisual” que esse projeto tem em sua estrutura de produção. A aparente simplicidade na verdade é uma sofisticação, uma combinação de ética e criatividade. É uma “TV poética”. Já trabalhei em televisão e sei bem que os profissionais desse meio podem transformar tudo em coisa sem importância ou ruim.

Para fazer trabalho tão sutil, trabalhamos pesado. A equipe é reduzidíssima, somos só três: A Egle Spinelli fazendo câmera, direção e edição; o Edson Cruz fazendo entrevistas; e eu, fazendo câmera, direção e edição. Em alguns projetos, como os nossos programas, contamos com outros colaboradores, como fotógrafos, iluminadores, equipe de som… Geralmente fazemos os programas em parceria com uma instituição ou empresa. Por exemplo, estamos trabalhando na criação de um programa em conjunto com a Livraria Martins Fontes. Fizemos em dezembro a gravação de um evento sobre editoração e mercado editorial, realizado pelos alunos da ECA-USP [Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo]. Entramos no projeto como apoiadores e estamos editando agora o material para ser transformar numa ferramenta de consulta e apoio educacional.

A estrutura técnica é a mais simples possível. Usamos câmeras miniDV e softwares comuns de edição de vídeo. A hospedagem dos vídeos é feita em servidor do Cronópios. Não usamos o YouTube para hospedar os vídeos. Isso acaba custando muito mais para nós, pois sempre temos que gastar mais com banda e transferência de dados… Não somos bobos por isso, trata-se de um investimento na nossa marca, no nosso conceito de comunicação.

O fato de a exibição ser gratuita dificulta o trabalho?

Claro que sim. Temos que arrumar dinheiro de um jeito ou de outro. Muito do que gostaríamos de fazer simplesmente não pode ser feito. Tudo tem que ser barato para não ficarmos na frustração.

Vocês pretendem investir mais no lado multimídia da mídia com que trabalham?

Sim, sim. O Cronópios ganhará cada vez mais recursos e ferramentas multimídia. Estamos pensando numa forma de utilizar voz sintetizada por software para ler os textos publicados no site, ajudando na acessibilidade para deficientes visuais ou mesmo simplesmente para ouvir o texto enquanto se faz qualquer outra coisa. Vamos reformular também o nosso serviço de Podcasts. A TV Cronópios terá outros programas, inclusive com transmissão ao vivo.

Algum projeto novo pro Cronópios?

Estamos de volta às pranchetas de projeto. O Cronópios está sendo totalmente reformulado.  E as idéias são bem ambiciosas, algumas inovadoras. Estamos estudando como incorporar novas tecnologias, inventando outros usos para melhorar o que já existe, criando novos sites e oferendo novos serviços, etc etc etc.

Uma das idéias, já dá para adiantar, é transformar o Café Literário em um local de encontros virtuais, aproveitando e adaptando a tecnologia do Chat. Chamaremos a nova ferramenta de Café Cronópios. Os cronopianos poderão manter conversas (particulares ou públicas) com outros frequentadores do Café. Uma tela mostrará o usuário que estiver online no espaço virtual do Café Cronópios.

Vamos inaugurar também um novo site, agora dedicado à ficção científica brasileira. Já temos o editor que vai cuidar desse projeto. Em breve anunciaremos o nome. O material reunido para dar início ao site é de primeira. Todos os principais autores do gênero no Brasil estarão reunidos. Com isso, uma nova comunidade vai se “teletransportar” para junto dos cronopianos, aumentando o intercâmbio, gerando motivação e criação.

Estamos trabalhando também na criação de um site para oferecer cursos e oficinas online. Esse projeto tem a parceria da Livraria Martins Fontes. Estamos nos reunindo semanalmente para isso. Já temos o esboço de como funcionará e estamos nos aprofundando nas necessidades técnicas e na busca de recursos financeiros.

E ainda estamos criando uma agência de notícias do meio literário e artes em geral. Será um site independente com uma equipe independente formada por dois jornalistas que irá diariamente editar e publicar informações e notícias. O site terá também uma área com interface Web 2.0, que irá permitir a qualquer pessoa enviar informações e divulgar trabalhos de todo o país.

Tudo isso é possível sim, não é exagero de minha parte, embora, admito, possa parecer. Mas não duvide de um cronopiano, não é saudável. He he he.

[Reuben da Cunha Rocha.]

texto do site http://baixacultura.org

Acesse o site cronópios aqui

http://www.cronopios.com.br/tv-cronopios-shows/arrigo_barnabe/

SE BEBER NÃO CASE (OU “RESSACA”)

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sebebernaocase_3Fazia tempo que eu não dava umas boas risadas com um filme americano. Mas esse filme quebrou minha sisudez cinéfila eheheeh. Não é que o filme realmente é engraçado. E pensar que entrei no cinema pensando que era uma comédia romântica (e minha namorada também ehehehe). Lembra um daqueles filmes de sessão da tarde,  com uma temática mais adulta. confusão atrás de confusão, boas piadas e trilha sonora Bacana. A tradução escroto do título vai espantar muita gente aqui no brasil, a tradução correta seria “ressaca”, mas ressaca parece nome de filme brasileiro da década de 80 eehehe, cinema marginal.

TOM STRONG – A INVASÃO DAS FORMIGAS GIGANTES

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tomNada como está fazendo compras no supermercado com seu amor e de repente você se deparar com um estante com várias revistas da editora Pixel Media em promoção. Felicidade de criança. Peguei logo Tom Strong – A invasão das Formigas Gigantes, quarinho que sempre quis ler, mais sempre achava muito caro.

Desenhos estilosos de Chris Sprouse, roteiro divertido de Alan Moore ( nada comparado as obras primas dele, mas a intenção em tom Strong acredito que seja essa mesmo, roteiro simples, como de quadrinhos e pulps antigos).

Engraçado como o mago Alan Moore costuma dar um sexualizada em tudo, até em quadrinhos inocentes como Tom Strong, ali, bem escondido você já vê um pouco da idéia de Lost Girls, quadrinhos com uma certa inocencia e pornografia de uma forma saudável, sem duplo sentido, é sexo mesmo, em sua forma mais pura e mágica. Em certa parte do quadrinho o namorado novo da filha de Tom Strong diz: “que bom que vocês não se importam que eu faça amor com sua filha em várias posições possíveis” . ehehehe essa é a genialidade de Alan Moore, que apesar de está dentro da industria dos quadrinhos não usa de subterfúgios torpes para falar a gurizada sobre sexo, politica ou preconceitos. Bom, se você curte bons quadinhos corra a um supermercado mais próximo e não perca essas promoções da pixel.